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Kodak pede concordata nos EUA

George Eastman, que deixou a escola em Nova York, fundou a Kodak em 1880 e começou a fazer chapas fotográficas. Para levar o negócio adiante, comprou um equipamento de segunda mão por 125 dólares.

Oito anos depois, a companhia registrou a marca Kodak e lançou a câmera de mão e os filmes de rolo, se tornando a maior fabricante desses produtos.

Eastman também lançou o pagamento de bônus aos empregados com base nos resultados.

Quase um século após a fundação, o astronauta Neil Armstrong usou uma câmera Kodak do tamanho de uma caixa de sapato quando se tornou o primeiro homem a pisar na Lua, em 1969.

Seis anos depois da viagem de Armstrong, a Kodak inventou a câmera digital. Do tamanho de uma torradeira, a máquina era muito grande para fotógrafos amadores, cujos bolsos agora levam aparelhos de concorrentes como Canon, Casio e Nikon.

Mas, em vez de desenvolver a câmera digital, a Kodak a deixou de lado e passou anos vendo as rivais conquistando o mercado que nunca mais passaria a ter de volta.

Em 1994, a Kodak separou a divisão de produtos químicos, a Eastman Chemical, que se mostrou mais bem-sucedida.

A queda final da Kodak diante dos olhos dos investidores começou em setembro, quando a empresa sacou de maneira inesperada 160 milhões de dólares de uma linha de crédito, levantando preocupações sobre falta de dinheiro. A companhia encerrou aquele mês com 862 milhões de dólares em caixa.

Fonte: Agência REUTERS